Pesquisadores ligados ao Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical, sediado na Esalq-USP, propõem integrar inteligência artificial à restauração florestal. O estudo recomenda usar a tecnologia para compreender paisagens e apoiar decisões que favoreçam a recuperação dos ecossistemas.
Os autores destacam que o plantio de árvores é apenas parte do processo. A recuperação depende também das relações entre animais, microrganismos, solo, água e clima. A regeneração natural pode reorganizar essas comunidades sem que cada etapa seja planejada pelas pessoas.
A proposta combina ação humana, processos naturais e ferramentas computacionais. Também alerta que dados incompletos podem favorecer espécies mais estudadas e limitar as escolhas. Segundo o trabalho, eficiência tecnológica deve ser avaliada junto dos efeitos sobre emprego, renda e prioridades das comunidades locais.
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