Uma pesquisa da Unicamp e da USP detalhou como macrófagos ajustam rapidamente sua produção de energia ao detectar infecções. A proteína HIF-1α coordena essa mudança já nas primeiras horas, permitindo uma resposta inicial mais eficiente contra bactérias.
Em uma etapa posterior, o mesmo processo reduz a atividade das mitocôndrias, estruturas envolvidas no fornecimento de energia celular. A equipe comparou células com e sem o gene da proteína e realizou experimentos em culturas de laboratório e em camundongos.
O resultado sugere que o momento de uma intervenção pode alterar seus efeitos sobre a inflamação. A descoberta poderá orientar novas pesquisas terapêuticas, mas não corresponde a um tratamento disponível. Os cientistas agora buscam esclarecer como a regulação influencia outros processos celulares.
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