Um estudo da USP de Ribeirão Preto encontrou alterações na composição do esmalte dentário de ratos expostos à fumaça de cigarro no início da vida. As diferenças foram identificadas por análises químicas e microscópicas, embora os dentes parecessem semelhantes a olho nu.
Os animais expostos apresentaram menor concentração de fósforo, mais carbono e maior espaço entre estruturas minerais do esmalte. A equipe também observou menor ganho de peso. O experimento comparou esses filhotes a um grupo mantido sem contato com a fumaça.
Os testes não mostraram redução da dureza inicial dos dentes. Ainda falta esclarecer como as mudanças poderão afetar sua resistência com o uso ao longo do tempo. A investigação permanece em modelo animal e integra uma linha de pesquisa sobre exposições precoces.
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