Pesquisadores da UFSCar e da UFRN desenvolveram um material que aproveita resíduos de siderurgia e de conchas marinhas. Ativado por luz solar, o composto demonstrou capacidade de degradar um corante na água e de produzir hidrogênio em experimentos.
A combinação une óxido de ferro a hidroxiapatita. A formulação de melhor desempenho eliminou cerca de 75% do azul de metileno em duas horas e meia. Também manteve grande parte da atividade após cinco ciclos de reutilização.
Os ensaios de hidrogênio usaram uma solução específica contendo ácido lático, portanto não equivalem a uma instalação comercial. Antes de ampliar a aplicação, os pesquisadores precisam melhorar a eficiência, medir o gás com maior precisão e avaliar a estabilidade por períodos mais longos.
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